Resultados do Projeto Mulheres Seguras é apresentado na Habitat III

Equipe CNM e Redeh com a prefeita de Madri, Manuela Carmena
Equipe CNM e Redeh com a prefeita de Madri, Manuela Carmena

A Declaração do Rio juntamente com a Rede de Desenvolvimento Humano (Redeh) e os resultados do projeto do Mulheres Seguras foram alguns dos assuntos abordados pelos representantes da Confederação Nacional de Municípios (CNM). Eles participam do Conferência das Nações Unidas sobre Moradia e Desenvolvimento Sustentável (Habitat III) que ocorreu esta semana, de 17 a 20 de outubro, em Quito, no Equador.

Com a prefeita de Madri, Manuela Carmena, a CNM compartilhou sobre a Declaração do Rio juntamente com a Redeh. Já, em relação ao Mulheres Seguras, o destaque foi para a Carta resultado da articulação de diversas associações feministas da América Latina que defendem o atendimento aos direitos das mulheres, em todos seus aspectos, como aspecto fundamental para o desenvolvimento sustentável das cidades. Diante disso, o objetivo do documento é chamar a atenção dos governos para assumirem compromissos frente à temática.

Ainda sobre o grupo de trabalho que conta com a participação da CNM, as integrantes do Mulheres Seguras participaram de reuniões com integrantes da Redeh. Na ocasião foi possível apresentar de forma mais detalhada a iniciativa promovida pela CNM, com apoio financeiro da União Europeia, Municípios Seguros e Livres de Violência contra as Mulheres, e expressar os anseios e as expectativas com a Nova Agenda Urbana e com possível colaboração para a Declaração.

Iniciativa
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A ação ocorrida entre 2014 e 2016, em dez Municípios de Pernambuco e do Rio Grande do Norte, alcançou resultados significativos em termos de capacitação e fomento da liderança feminina local. Também promoveu a articulação entre administrações municipais e a sociedade civil em prol do fim da violência contra as mulheres.

Ainda durante a Habitat III, a CNM compartilhou alguns resultados do projeto com líderes locais e representantes de associações regionais e internacionais que se fizeram presentes na sessão da Global TaskForce. O debate foi coordenado pela Organização Mundial de Cidades e Governos Locais Unidos(CGLU), em que CNM é impetrante ativa.

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