Patrulha Maria da Penha (Rio Grande do Sul)

O projeto:

Serviço da Polícia Militar do Rio Grande do Sul que fiscaliza o cumprimento de medidas protetivas, a Patrulha Maria da Penha envolve outros órgãos do Executivo e o Judiciário e trouxe resultados positivos para coibir a violência contra as mulheres. O planejamento do trabalho foi subsidiado pelo diagnóstico sobre os feminicídios nos cinco anos de existência da Lei Maria da Penha. Nos primeiros dois anos de atuação, o trabalho desenvolvido pelas Patrulhas Maria da Penha garantiram ao Governo do RS o prêmio, a Arte do Bom Governo, promovido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento. Além disso, o programa está servindo de modelo para outros países da América Latina e Caribe e outros estados e municípios brasileiros.

Patrulha Maria da Penha nos bairros de Porto Alegre / RS (Crédito da foto: Divulgação / Governo RS)
Policiais treinados e viaturas padronizadas são destinadas para o trabalho da Patrulha Maria da Penha (Crédito da foto: Divulgação / Governo RS)

Objetivo:

O objetivo é estimular a denúncia e diminuir a violência praticada contra as mulheres. O foco principal é consolidar os princípios estabelecidos na Lei Maria da Penha, criando condições de trabalho e ampliando as Delegacias Especializadas de Atendimento às Mulheres.

Público-alvo:

Mulheres vítimas de violência.

Como funciona:

A Patrulha Maria da Penha atua, desde 2012, como forma de prevenção primária, comparecendo periodicamente à residência das mulheres que possuem Medidas Protetivas de Urgência, para verificar se as mesmas estão sendo cumpridas. Para isso há a necessidade de serem ministrados cursos de capacitação aos policiais militares, para atuarem com mais sensibilidade e conhecimento sobre a realidade das vítimas e para entenderem a enorme dificuldade que elas têm de denunciarem seus agressores. A patrulha iniciou sua atividade em Porto Alegre e hoje já está em 22 municípios do Estado. Ao todo são 31 patrulhas em funcionamento. Para o ano de 2015 está prevista a instalação de seis novas patrulhas.

Resultados:

Desde o início da ação, nenhuma das 10.732 mulheres atendidas pelo projeto foi vítima de feminicídio por parte de seus agressores. As vítimas fatais não eram acompanhadas pela Patrulha – seja porque residiam em localidades onde o serviço ainda não foi implantado ou porque não chegaram a denunciar o agressor. De acordo com a coordenadora estadual da Patrulha Maria da Penha, tenente-coronel Najara Santos da Silva, de janeiro a março de 2015 foram atendidas 2.164 mulheres

 

2 comentários em “Patrulha Maria da Penha (Rio Grande do Sul)

  1. Muito bom isso eu sou vitima de agrassao verbal e física e ganhei uma protetiva da juíza de novo Hamburgo .mas ele nao respeita ela volte e meia continua me ameassando .ele e um baita de um marginal .Não me respeita .e minha protetiva esta acabando final do ano e ele falou que quando terminar a medida ele vai matar .e cincerente estou com medo .pq quem muito ameassa acaba fazendo um dia eu moro sozinha eu e minhas 3 crianças e estamos aqui sem proteção nenhuma ele ameassa de colocar fogo ma minha casa tenho medo dele vir fazer isso e nos estarmos dormindo dentro de casa eu e as crianças

  2. Olá estou sendo vítima d violência doméstica, gostaria d saber se existe na minha cidade está patrulha? Moro na cidade de Rio Grande -rs

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