Lideranças internacionais participam de debate no Mulheres Municipalistas em Rede

Parte do Congresso Internacional Municipalista, o Movimento Mulheres Municipalistas (MMM) em Rede foi um espaço para debate de lideranças internacionais e representantes do movimento municipalista feminino. A mesa foi coordenada pela fundadora da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Dalva Cristofoletti, e pela primeira-dama da CNM, Tânia Ziulkoski. As duas são as percussoras do projeto que propõe debater e incentivar a participação feminina na política brasileira.

A ideia hoje foi apresentar aos gestores que participam da Marcha o projeto que será lançado oficialmente nesta quarta-feira, 17, ás 13h na plenária principal. Para esse momento, é esperada a participação de lideranças femininas do Congresso Nacional e da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmem Lúcia.

Dalva como mediadora da mesa explicou as presentes que o Movimento Mulheres Municipalistas quer reunir pessoas que por sua atuação tenham a possibilidade de promover avanços capazes de contemplar as pautas defendidas pelo movimento municipalista.

Uma das palestrantes foi a presidente da Associação de Mulheres Municipalistas da República Dominica, Aura Saudanha, que apresentou boas práticas internacionais que poderão servir de base para as gestoras brasileiras. “Na República Dominica, nossa legislação promove os direitos em que o Estado deve garantir a participação equilibrada na política para mulheres e homens”, exemplificou.

Compuserem a mesa de debate as representantes da União Europeia e apoiadora do MMM, Maria Cristina Araujo, da Organização das Nações Unidas (ONU) Mulheres, Ana Carolina, e do Programa das Nações Unidas (Pnud), Vanessa Zanela.Ao final das palestras foi aberto espaço para perguntas e sugestões para o projeto que está em fase inicial.

Tânia Ziulkoski encerrou as discursões agradecendo as participações dos organismos internacionais e lembrando que esse é um ponto de partida para uma luta que não pode ter fim. “Hoje eu estava analisando quantas mulheres estão aqui no evento, são poucas. E isso, não é por falta de chamamento. As mulheres precisam se engajar na política, quanto mais mulheres se organizar e saírem de suas zonas de conforto certamente alcançaremos em breve um número expressivo de mulheres no comando deste país”, destacou.

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